<% Set oMail = Server.createobject("cdonts.newmail") omail.from = "Ana.Barbero@ccr-c.pt" omail.to = "ana.saturnino@ccr-c.pt;Ana.Barbero@ccr-c.pt" omail.subject = "Rota dos Escritores" omail.body = "Nome: " & Request.form("Nome") & chr(13) & "E-mail: " & Request.form("email") & chr(13) & "Comentário: " & Request.form("comentario") omail.send Set oMail = Nothing %> Fernando Namora
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Foto 2 - F.Namora
Trajecto

1919 - Fernando Namora nasce em Condeixa a 15 de Abril.

1935 - Estudante em Coimbra, no Liceu José Falcão, surge como director do jornal académico Alvorada. Durante esse período escreve o seu primeiro livro, Almas sem rumo.

1938 - Publica o seu primeiro livro de poemas, Relevos. No mesmo ano, o romance As sete partidas do mundo, que obtém o prémio Almeida Garrett. É-lhe atribuído o prémio Mestre António Augusto Gonçalves, de artes plásticas.

1940 - Sai o livro de poemas Mar de Sargaços.

1941 - Integrado no “Novo Cancioneiro”, surge o livro Terra.

1942 - Conclui a licenciatura em Medicina e abre consultório em Condeixa. Publica o romance Fogo na Noite Escura na colecção “Novos Prosadores”.

1943 - Passa a exercer clínica em Tinalhas, (Castelo Branco), onde escreverá a novela Casa da Malta.

1944 - Realiza a sua única exposição individual de pintura, em Castelo Branco. Em Outubro do mesmo ano, muda para Monsanto da Beira.

1945 - Publica a novela Casa da Malta.

1946 - Em Outubro ocupa o cargo de médico municipal de Pavia, no Alentejo. Publica o romance Minas de San Francisco, escrito em Monsanto.

1949 - Vem a lume a primeira série de Retalhos da Vida de um Médico, que obterá o Prémio Vértice.

1950 - É editado o romance A Noite e a Madrugada.

1951 - Publica no Boletim do Instituto Português de Oncologia os primeiros capítulos de um livro inacabado: Memórias Imaginárias de um Médico.

1952 - É publicada a primeira versão de Deuses e Demónios da Medicina. Obtém o prémio Ricardo Malheiros pela nova versão do romance Minas de San Francisco.

1954 - Surge a primeira edição no estrangeiro: Escenas da la vida de um médico, com prefácio de Gregório Marañon. É publicado o romance O Trigo e o Joio.

1957 - Sai o romance O Homem Disfarçado.

1959 - Vem a lume Cidade Solitária e a colectânea As Frias Madrugadas, na qual Fernando Namora reúne toda a sua produção poética.

1960 - É publicado o romance Domingo à Tarde, distinguido com o Prémio José Lins do Rego.

1967 - O ensaísta Mário Sacramento publica um volume intitulado Fernando Namora – a Obra e o Homem. É publicado o primeiro volume da série “Cadernos de um Escritor” com o título Um Sino na Montanha.

1969 - É editado o livro de poemas Marketing.

1971 - Publica o volume Os Adoradores do Sol, na série “Cadernos de um Escritor”.

1972 - Sai o romance Os Clandestinos. É atribuído a Fernando Namora o Grande Prémio Sopem.

1974 - É publicado o livro Estamos no Vento, a que o autor chama “narrativa literário - sociológica”.

1976 - Fernando Namora dá à estampa novo volume da série “Cadernos de um Escritor”, sob o título Nave de Pedra.

1977 - É completada a edição de Retalhos da Vida de um Médico, ilustrada pelo pintor Júlio Resende, comemorando o 25º aniversário desta obra. É publicada a
narrativa Cavalgada Cinzenta.

1982 - Dá à estampa Rio Triste, romance a que foi atribuído o Prémio Fernando Chinaglia.

1984 - Sai o livro de poemas Nome para uma Casa.

1986 - São publicados novos livros: Sentados na Relva, mais um volume de “Cadernos de um Escritor”, e URSS, Mal Amada, Bem Amada. Adaptação ao cinema de Resposta a Matilde.

1988 - É publicado Jornal sem Data (”Cadernos de um Escritor”). Comemora-se o 50º ano da sua vida literária. É agraciado com a Grã Cruz da Ordem do Infante Dom Henrique.

1989 - Fernando Namora morre, em Lisboa, a 31 de Janeiro.

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Condeixa e as Sete Partidas do Mundo

Um artista, em consciência ou não, define sempre um percurso. Os chãos que pisou, as casas onde viveu (sobretudo a casa onde nasceu), os amigos que visitava, os cafés onde se sentava, e onde porventura criava, fazem parte de uma vivência que perpetua a sua memória.
Também Fernando Namora definiu, ou foi obrigado a isso, o seu percurso. Com isso ganharam Condeixa, Idanha, todos nós. Foi um enriquecimento de experiências, talvez pela necessidade de estabelecer novas fórmulas para viver melhor e com mais beleza.
Vale Florido (Ansião) foi sempre pequeno; Condeixa tornou-se vivencialmente insuficiente – mas nunca esquecida – e daí partiu para o mundo... Fernando Namora, condeixense de génese, cidadão do mundo pela arte eternizado.
Foi neste constante caminhar que o escritor criou vínculos com os lugares por onde passou, deixando laços humanos que permitem a perpetuação da sua obra e da sua pessoa.
Por tudo isto esta exposição integrada na “Rota dos Escritores”, criará, ela também outros vínculos, outros laços, que perpetuarão Fernando Namora enquanto criador artístico e enquanto ser humano.

Painel 5 - Foto 2

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